segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Ética profissional



















Segundo o Dicionário Aurélio Buarque de Holanda, ÉTICA é "o estudo dos juízos de apreciação que se referem à conduta humana susceptível de qualificação do ponto de vista do bem e do mal, seja relativamente a determinada sociedade, seja de modo absoluto”. 

Alguns diferenciam ética e moral de vários modos:

  • Ética é princípio, moral são aspectos de condutas específicas;

  • Ética é permanente, moral é temporal;

  • Ética é universal, moral é cultural;

  • Ética é regra, moral é conduta da regra;

  • Ética é teoria, moral é prática.


Etimologicamente falando, ética vem do grego "ethos", e tem seu correlato no latim "morale", com o mesmo significado: Conduta, ou relativo aos costumes. Podemos concluir que etimologicamente ética e moral são palavras sinônimas.

A Internet foi criada para suprir as necessidades do Departamento de Defesa dos Estados Unidos, que necessitava de uma rede de computadores que não podia ser destruída por bombardeios e que conseguia ligar pontos considerados estratégicos para o país. Criada nos anos 60, no auge da Guerra Fria, a internet é hoje um veículo indispensável às empresas e instituições.
Para a globalização a internet é de grande importância, e interfere nas diferenças culturais e na forma de pensar das pessoas.
Como todos os veículos que revolucionaram o sistema mundial, existem pontos negativos e positivos em seu uso. Pode acarretar um enriquecimento ou decadência da sociedade, depende do conteúdo que cada indivíduo encontra e se interessa na internet.
Por ser um veículo instantâneo, de alcance mundial, descentralizado, interativo, flexível e que movimenta um número surpreendente de pessoas, a Internet vem sofrendo alguns problemas éticos desde o seu aparecimento.

Crimes na Internet
Um dos problemas enfrentados no mundo cibernético são os crimes bancários e financeiros.
O comportamento criminoso no mundo real é igualmente um comportamento criminoso na internet, as autoridades civis têm o dever e o direito de fomentar as leis existentes em todos os contextos. Tudo que é falta de ética na vida real pode ser aplicado para a realidade virtual.

Plágio
Apesar de ser bastante corriqueiro o hábito de copiar materiais existentes na internet essa prática é ilegal. O plagiador quase sempre copia na íntegra o material já existente, não checa suas informações para saber a veracidade dos textos ou das imagens e muitas vezes utiliza informações desatualizas.

Preconceito
Os materiais com linguagem odiosa são provenientes de grupos que divulgam mensagens de ódio e racismo sem nenhum controle, algo que não conseguiriam usando outras mídias. As informações que podem apoiar atividades consideradas perigosas para o ser humano ou ao meio ambiente podem ser as mais variadas possíveis como, por exemplo, instruções sobre como fabricar bombas. (MASIERO, 2000).

Estímulo
O "dano virtual" é aquele que ocorre no mundo real devido a acontecimentos no mundo virtual. È o caso de joguinhos violentos. Crianças passam horas matando uns aos outros no espaço virtual. O jogo em sim, não irá tornar uma criança ou um adolescente, uma pessoa mais violenta. Mas aqueles que já tiverem uma predisposição para violência e não tiverem uma base familiar, sentirão mais confortáveis em cometer um ato criminoso depois de jogarem esses jogos violentos.

Manipulação de Imagens
Outro ponto a ser levantado é a manipulação de imagens na Internet. Hoje em dia com vários softwares de edição de imagens disponíveis na Internet e de forma gratuita, fica mais fácil de manipular imagens e jogar estas na rede. Isto corresponderia a uma forma de mentira e de engano, e se as imagens causar danos a terceiros, pode estar sujeito a censura.

Direitos Autorais
Se tornou comum também a pirataria de programas e Sistemas Operacionais por meio da internet. As pessoas não acham justo pagar por um produto que não vão ser delas, sendo apenas uma licença onde não poderam copiar, modificar ou lucrar com isso. Será que existe ética no ato de baixar um programa sem pagar pelo o seu direito de uso? Ou será que existe ética  quando colocam o valor  do sistema bem mais caro onde as pessoas não poderam pagar, fazendo o superfaturamento de seus produtos?


São muitos os interessados em economia, ciência e arte, num mundo onde o dinheiro, a tecnologia e a beleza aparecem como valores supremos. A moral tem sido colocada em plano secundário, se é que tem sido considerada em alguma escala.

Todos têm noções de ética, respeito, limites, mas na busca de uma vantagem, ou até mesmo por simples prazer, muitos profissionais de informática desrespeitam, infringem e saem da ética. Para isso é que devemos nos precaver.

É na sua criação que é formado o seu caráter. Vem de cada pessoa, de cada opinião. Isso serve tanto para os profissionais quanto para as empresas.

Fontes:
http://www.gdv.com.br
http://www.flexeventos.com.br
http://www.webartigos.com
http://updatefreud.blogspot.com



domingo, 23 de agosto de 2009

Ética, Moral e Justiça

No decorrer da história acompanhamos o relacionamento dos termos: ética, moral, justiça e direito, muitas vezes tratados como semelhantes e em outras como diferentes. Muitos estudiosos e pensadores em épocas diferentes tentaram definir esses termos estabelecendo suas diferenças.

A palavra ética deriva do grego ethos (caráter, modo de ser de uma pessoa). Ética é um conjunto de valores morais e princípios que norteiam a conduta humana na sociedade. A ética serve para que haja um equilíbrio e bom funcionamento social, possibilitando que ninguém saia prejudicado. Neste sentido, a ética, embora não possa ser confundida com as leis, está relacionada com o sentimento de justiça social. Já a palavra Moral tem origem no latim - morus - significando os usos e costumes. Moral é o conjunto das normas para o agir específico ou concreto. A Moral está contida nos códigos, que tendem a regulamentar o agir das pessoas. O termo Direito, por sua vez, vem do latim directus, a, um, "que segue regras pré-determinadas ou um dado preceito", do particípio passado do verbo dirigere. O termo evoluiu em português da forma "directo" (1277) a "dereyto" 1292 até chegar à grafia atual (documentada no século XIII). Para outros autores, a palavra faz referência à deusa romana da justiça, Justitia, que segurava em suas mãos uma balança com fiel. Dizia-se que havia justiça quando o fiel estava absolutamente perpendicular em relação ao solo: de rectum. As questões que envolvem o Direito e a Lei são muito confundidas com o Princípio da Justiça. O termo justiça (do latim iustitia, por via semi-erudita), de maneira simples, diz respeito à igualdade de todos os cidadãos. É o principio básico de um acordo que objetiva manter a ordem social através da preservação dos direitos em sua forma legal (constitucionalidade das leis) ou na sua aplicação a casos específicos (litígio). Segundo Aristóteles, o termo justiça denota, ao mesmo tempo, legalidade e igualdade. Assim, justo é tanto aquele que cumpre a lei (justiça em sentido estrito) quanto àquele que realiza a igualdade (justiça em sentido universal).

Tanto a Moral como o Direito baseiam-se em regras que visam estabelecer uma certa previsibilidade para as ações humanas. Ambas, porém, se diferenciam.
A Moral estabelece regras que são assumidas pela pessoa, como uma forma de garantir o seu bem-viver. A Moral independe das fronteiras geográficas e garante uma identidade entre pessoas que sequer se conhecem, mas utilizam este mesmo referencial moral comum.
O Direito busca estabelecer o regramento de uma sociedade delimitada pelas fronteiras do Estado. As leis têm uma base territorial, elas valem apenas para aquela área geográfica onde uma determinada população ou seus delegados vivem. O Direito Civil, que é referencial utilizado no Brasil, baseia-se na lei escrita. A Common Law, dos países anglo-saxões, baseia-se na jurisprudência. As sentenças dadas para cada caso em particular podem servir de base para a argumentação de novos casos. O Direito Civil é mais estático e a Common Law mais dinâmica.
Alguns autores afirmam que o Direito é um subconjunto da Moral. Esta perspectiva pode gerar a conclusão de que toda a lei é moralmente aceitável. Inúmeras situações demonstram a existência de conflitos entre a Moral e o Direito. A desobediência civil ocorre quando argumentos morais impedem que uma pessoa acate uma determinada lei. Este é um exemplo de que a Moral e o Direito, apesar de referirem-se a uma mesma sociedade, podem ter perspectivas discordantes.
A Ética é o estudo geral do que é bom ou mau. Um dos objetivos da Ética é a busca de justificativas para as regras propostas pela Moral e pelo Direito. Ela é diferente de ambos - Moral e Direito - pois não estabelece regras. Esta reflexão sobre a ação humana é que a caracteriza.

Cristiano Thomasius (1655-1728) distinguiu três fontes do bem: a honestidade, o decoro e a justiça. O honesto é o bem mais alto, cujo oposto é o torpe. O decoro é um bem intermediário, assim como o seu oposto, o indecoroso é um mal intermediário. O justo tem no seu oposto, o injusto, o mal extremo. "... o que o homem faz por obrigação interna e em conformidade com as regras do honesto e do decoroso, é dirigido pela virtude em geral e por isso o homem se diz virtuoso e não justo; ao passo que o que ele faz segundo as regras do justo, ou por obrigação externa, é dirigido pela justiça e faz com que se possa chamar de justo."

Segundo Kant (1724-1808), na Crítica da Razão Prática (1787:I,1,cap.3), a ação conforme à lei, mas não feita por respeito à lei, é a ação legal; a feita por respeito à lei é a ação moral.
"A pura concordância e discordância de uma ação com a lei, sem considerar o móvel da própria ação, chama-se legalidade, ao passo que, quando a idéia do dever, derivada da lei, é ao mesmo tempo móvel da ação, se tem a moralidade."

Fontes:

http://www.suapesquisa.com/o_que_e/
http://tpd2000.vilabol.uol.com.br/
http://jurisprudenciaemrevista.wordpress.com/
http://pt.wikipedia.org/
http://www.scribd.com/
http://br.dir.groups.yahoo.com/group/SociedadeSecreta/
http://jus2.uol.com.br/
http://www.ufrgs.br/
http://www.mundodosfilosofos.com.br/
http://www.coladaweb.com/
http://www.webartigos.com/
http://suvacodecobrahiphop.blogspot.com

domingo, 9 de agosto de 2009

Ética: etimologia e conceito

A confusão que acontece entre as palavras Moral e Ética existem há muitos séculos. A própria etimologia destes termos gera confusão, sendo que Ética vem do grego “ethos” que significa modo de ser, e Moral tem sua origem no latim, que vem de “mores”, significando costumes.

Esta confusão pode ser resolvida com o esclarecimento dos dois temas, sendo que Moral é um conjunto de normas que regulam o comportamento do homem em sociedade, e estas normas são adquiridas pela educação, pela tradição e pelo cotidiano. Durkheim explicava Moral como a “ciência dos costumes”, sendo algo anterior a própria sociedade. A Moral tem caráter obrigatório.

Atualmente, a palavra “ética” tem se tornado uma “expressão” muito usada no cotidiano das pessoas, nas empresas e nas corporações, pela sua constante exposição pela mídia e pelos impactos promovidos por esta. Mas afinal de contas, o que é a ética a que todos se referem? O que é ética corporativa? De que maneira a ética pessoal e a ética corporativa podem se interagir? Buscamos respostas para estas questões para verificarmos se de fato entendemos o que é a ética e quais são algumas maneiras de aplicá-la.

Vivemos em uma sociedade onde temos liberdade de expressão e pensamento. A expressão de um indivíduo pode até ser contida, ao passo que o pensamento não pode ser censurado, pode somente ser influenciado. Tais influências são provenientes do meio onde este indivíduo vive, da sua cultura, da sua educação, da sua interação com a sociedade, e de suas relações interpessoais. A ética adotada pode ser por ele mesmo modificada em razão da mudança de valores e parâmetros que a sustentava, assim sendo, o liberal do passado pode ser o conservador do futuro, e vice-versa. Um fato que é apreciado por mais de um telespectador, dificilmente será interpretado e valorado de forma idêntica por todos eles. Conforme diz o ditado “cada cabeça uma sentença”.


A ética pessoal funciona como uma bússola para um indivíduo, orientando-o a proceder conforme um juízo de valor pré-adotado por ele mesmo. A sua liberdade de pensamento cria no íntimo de sua consciência uma espécie de “laboratório privado”, onde situações passam por análises internas que visam moldar sua concepção sobre um determinado assunto. Este molde é o seu ponto de vista, não necessariamente imutável e definitivo, pois a ética de interpretá-lo vai depender da ótica que o indivíduo estiver adotando. Em se tratando de limites no campo da ética pessoal, podemos citar o respeito que devemos ter à ética adotada pelo próximo, o respeito à dignidade humana e aos princípios de cada cultura. Temos que estar sempre atentos para não invadirmos a liberdade do próximo, pois o que pode estar certo para você pode não estar para o outro.

Pois assim determina Vasquez (1998) ao citar Moral como um “sistema de normas, princípios e valores, segundo o qual são regulamentadas as relações mútuas entre os indivíduos ou entre estes e a comunidade, de tal maneira que estas normas, dotadas de um caráter histórico e social, sejam acatadas livres e conscientemente, por uma convicção íntima, e não de uma maneira mecânica, externa ou impessoal”.

Enfim, Ética e Moral são os maiores valores do homem livre. Ambos significam "respeitar e venerar a vida". O homem, com seu livre arbítrio, vai formando seu meio ambiente ou o destruindo, ou ele apóia a natureza e suas criaturas ou ele subjuga tudo que pode dominar, e assim ele mesmo se torna no bem ou no mal deste planeta. Deste modo, Ética e a Moral se formam numa mesma realidade.

Fontes:
www.coladaweb.com
http://pessoal.educacional.com.br
http://www.ufrgs.br/bioetica/etica.htm
http://www.suapesquisa.com/o_que_e/etica_conceito.htm

domingo, 2 de agosto de 2009

Informática e Sociedade: aspectos sociais, econômicose e culturais da utilização das TI

Hoje, com tantos avanços na área de informática e com essas tecnologias cada vez mais acessíveis, seria difícil imaginar que elas não fossem fazer parte do nosso cotidiano. Um exemplo disso é a internet, desde seu surgimento ela tem sido utilizada para diversos propósitos diferentes, atualmente, ela se encontra cada vez mais inserida em nossa sociedade. A internet oferece um ramo de possíveis interações, ela é um banco, uma biblioteca, uma televisão, uma rádio,um jornal, um telefone, uma loja, etc.

Ela pose ser utilizada para fazer pagamentos e transações bancárias, sem a necessidade de ter de ir a um banco, pode ser utilizada como meio de comunicação e relacionamento entre indivíduos, com isso é possível se relacionar com pessoas de qualquer lugar do mundo. Existem dezenas de sites de relacionamento como “Orkut, Myspace, Gazzag, Par Perfeito”, entre outros, que permitem esse relacionamento. Ainda, existem os Blogs e Flogs, que são outras formas de sites de relacionamentos e por fim os Chats, que oferecem aos usuários de qualquer parte do planeta comunicação em tempo real.
Comumente, ela é bastante utilizada como forma de entretenimento, diversos sites oferecem conteúdos que vão desde jogos on-line, dando a possibilidade de jogar com pessoas do outro lado do planeta, assistir os mais diversos tipos de vídeos em sites com Youtube, entre outras coisas. Pode ser utilizada também como fonte de informações atualizadas, é possível encontrar informações de todas as áreas de conhecimento e atividade humana através de uma busca direcionada com a ajuda das chamadas "search engines", que localizam em poucos instantes todas as ofertas relacionadas a um determinado assunto. Ou até mesmo, sites de notícias, jornais on-line, etc. Existe ainda o chamado comércio eletrônico, a compra e venda de produtos pela internet é um dos serviços mais usados por “internautas”, uma vez que a comodidade de se fazer compras ou até mesmo vendas por essa rede é uma forma de agilizar o serviço, ou seja, uma maneira de ser rápido e prático.

A Internet tornou-se um poderoso espaço de compartilhamento de informações, em crescente evolução e disseminação na sociedade, eliminando obstáculos como o tempo e o espaço. Atualmente, está sendo usada de várias formas positivas, das quais muitas já foram citadas anteriormente, mas a sua utilização imprópria pode causar também grandes prejuízos.
Não restringindo apenas à internet, considerando a questão da inclusão digital, com todos esses avanços na informática, por fim cria-se uma barreira social entre aqueles que têm acesso à informação (incluídos digitalmente) e aqueles que não têm (excluídos digitalmente), com outras palavras, uma nova versão da exclusão social. Agora, com a internet e acesso rápido e fácil a grandes quantidades de informação, essa barreira tende a se fortalecer.
Para aqueles que têm acesso à informação (incluídos digitalmente), o acesso à grandes quantidades de informação pode não oferecer muitos riscos, mas para aqueles que detêm pouco conhecimento, podem acabar tornando-se vítimas na rede, tantos por informações falsas, por hackers, etc.

A sociedade atual, não pode ser encarada como a sociedade de 20 anos atrás, quando informática e a internet não faziam parte do cotidiano. Para essa nova realidade, novos métodos e metodologias são necessárias até mesmo na educação familiar. No ano de 2008, de acordo com dados divulgados pelo Instituto Brasileira de Geografia e Estatística (IBGE) apontam que 32,1 milhões de brasileiros, cerca de 21,9% da população acima dos 10 anos de idade, utilizaram a rede mundial de computadores, a Internet, no país. Notamos que cada vez mais cedo, as crianças estão tendo acesso a rede mundial de computadores e a toda e qualquer informação nela disponível. No contexto familiar, é notória a presença de um adulto mais próximo, geralmente os pais, na brincadeira com os jogos digitais. Isto é importante tanto para a aprendizagem da criança quanto para o diálogo dos pais com seus filhos.


Fontes:
http://www.cassao.eti.br
www.dcc.ufla.br
student.dei.uc.pt
http://www.comciencia.br

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Informática na Educação

O acelerado desenvolvimento tecnológico tem provocado alterações no mundo contemporâneo, na mesma velocidade o que, conseqüentemente, afeta os modos de aprendizagem. Grande parte desta evolução pode ser creditada ao surgimento da internet, que alterou, se forma significativa, a maneira como são obtidas as informações e os novos conhecimentos, surgindo daí a chamada "Sociedade da Informação", ou ainda "Comunidade Virtual".

Considerando a necessidade de a escola estar inserida no mundo globalizado e de oportunizar condições para que os alunos utilizem os recursos disponíveis para uma aprendizagem mais significativa, faz-se imprescindível uma reflexão acerca do novo papel que dela é exigido frente aos conhecimentos, a fim de se adequar diante da Sociedade da Informação. Como é impossível ocultar a presença da Internet, é fundamental que sua utilização seja incorporada ao novo paradigma educacional.

Para evitar que seja mesmo apenas um modismo, para os alunos, ao implantar a informática a escola precisa primeiro definir qual a linha conceitual que irá seguir, a fim de que se verifique as reais possibilidades da informática e seus desafios para que, através da superação desses, se atinja um ensino de qualidade. Desta forma, a Informática Educacional pode ser implementada na escola de acordo com duas concepções: instrucionista e construcionista.

Na concepção instrucionista a informática é utilizada como forma de preparar o aluno para o uso dos recursos do computador. Como não se preocupa com o ensino-aprendizagem, as aulas não precisam ser ministradas pelo professor, acontecendo dentro de um laboratório, à parte do que é trabalhado em sala de aula. Já na abordagem Construcionista, o computador, a partir desta abordagem, passa a ser utilizado como um instrumento que permite aos alunos buscarem suas próprias informações a fim de confrontá-las com as obtidas por seus pares.

Sabemos que a questão da crise dos paradigmas em educação é conseqüência das mudanças em vários campos, envolvendo dimensões históricas, sociais e epistemológicas, e não podemos desconsiderar o fato de que a escola está inserida em uma sociedade. Todas as mudanças, "refletem-se no cotidiano da escola" (Resende, 1995, p.63), onde a mudança de paradigmas está relacionada aos conceitos de aprendizagem e de conhecimento, determinando a forma em que a educação se estrutura.

Atualmente, passamos pela terceira Revolução Industrial, a revolução da microeletrônica e da informática. Nela, o mundo do trabalho se sustenta na criação, processamento e transmissão da informação. A globalização exige restruturação na articulação das formas de produção e de trabalho para que as empresas possam se integrar na competitividade do mercado mundial.

Fontes:
http://www.folhadecontagem.com.br/site/modules.php?name=Content&pa=showpage&pid=441

http://www.ufpe.br/daepe/n4_3.htm

domingo, 12 de julho de 2009

Informática: a regulamentação profissional


A profissão de informática ainda não é regulamentada no Brasil, em outras palavras, para atuar na área de informática não é necessário fazer um curso formal em alguma universidade. A discussão sobre a regulamentação profissional já é bem antiga, tendo sua origem nos anos 70 e é uma questão que parece estar bem longe de ter uma solução.


Uma pergunta que tem sido atribuída à questão da regulamentação é: “Conhecimento ou Diploma?”.


A regulamentação da profissão é discutida pela Sociedade Brasileira de Computação (SBC) desde a década de 70. Para fundamentar seu posicionamento, a SBC realiza constantes debates entre seus mais de três mil associados e criou uma diretoria específica para a questão. “Defendemos uma regulamentação que possibilite o livre exercício da informática, que deve ser tratada como um idioma nacional, usada por toda a população. Assim, da mesma forma que todos devem ter liberdade para ler, escrever e falar, o desenvolvimento e uso da tecnologia da informação não podem ficar restritos a uma classe”, comenta Roberto Bigonha, diretor de regulamentação da profissão da SBC e professor da UFMG.

Outra questão tem sido o estabelecimento de uma reserva de mercado de trabalho, geralmente instituída pela criação de conselho de profissão em moldes tradicionais, o qual, como já ocorre em muitas outras áreas, pode levar a uma indevida valorização da posse de um diploma em detrimento da posse do conhecimento, que é a habilitação que ele deveria prover. Não só a SBC tem se posicionado contra, como também muitos profissionais da área, pois atualmente temos uma carência grande de bons profissionais da área de informática e fechar o mercado só vai acabar piorando essa situação.

Segundo Andrés Menéndez, profissional atuante a mais de 15 anos, a regulamentação pode trazer alguns benefícios, como por exemplo, a definição de papéis e responsabilidades de cada profissional. Atualmente, algumas empresas querem contratar pessoas que conheçam tudo, desde desenvolvimento em Javascript até configuração de roteadores. As contratações não deveriam ser dessa forma, elas deveriam estar bem definidas e regulamentadas, de forma que um programador não execute atividades de um administrador de banco de dados ou que um analista de suporte não execute atividades de webdesign.

Na minha visão, dessa forma os profissionais seriam contratados para realizar determinada função bem detalhada, e não sendo contratado como um “João faz tudo”. Dessa forma abre-se espaço para que o profissional especialize-se mais na função em que atua.

Está em discussão no Senado um projeto de lei de autoria do senador Expedito Júnior com o objetivo de regulamentar a profissão de analista de sistemas, com exigência de diploma em curso de graduação específica para atuação profissional na área de informática (PL607/2007). Nesse projeto estão listadas as atividades as quais os profissionais de informática poderiam realizar, assim como estabelecimento de uma jornada de trabalho de 40 horas semanais, criação de um Conselho Federal e de Conselhos Regionais, a restrição a exercer a profissão de analista de sistema os possuidores de diploma de nível superior em Análise de Sistemas, Ciência da Computação ou Processamento de Dados, expedido por escolas oficiais ou reconhecidas, fiscalização do exercício das profissões realizada pelo Conselho Federal e Conselhos Regionais.

Fontes:


http://homepages.dcc.ufmg.br

http://www.unicamp.br

http://www.guj.com.br

http://www.infonet.com.br

http://www.sbc.org.br

http://www.enec.org.br

http://www.senado.gov.br

http://www.antoniopassos.pro.br


domingo, 5 de julho de 2009

O profissional e o mercado de trabalho

Muita oferta de trabalho e poucos profissionais qualificados. Hoje, mais do que nunca o mercado de trabalho tem mudado. A área de tecnologia da informação é a que apresenta o maior crescimento. Mas, sob o paradigma informacional, os tipos de emprego mudam em quantidade, qualidade e na natureza do trabalho executado. A velocidade com que a tecnologia vem afetando toda a estrutura de carreira é algo nunca visto antes.

O ritmo das mudanças requer que o profissional adote uma postura pró ativa em relação a educação e desenvolvimento (carreira) claramente articulado, destacando a combinação de atividades formais e informais que ele terá que completar através de um programa de auto gestão. O mercado de emprego é cada vez mais global e tenderá a ser mais exigente nas qualificações profissionais dos indivíduos.

Nota-se então, a grande necessidade do profissional por um trabalho de orientação, acompanhamento e informação a longo prazo. E pensando nessa nova forma de atuação é que estão surgindo empresas especializadas em estruturas de carreiras e que, através de ferramentas de auto conhecimento e de identificação de oportunidades de mercado, vem dando suporte a vários profissionais para o seu enquadramento técnico e suas possibilidades de recolocação no presente e no futuro.

Em um mundo onde a tecnologia está avançando cada vez mais e tomando mais e mais postos de trabalho, é imprescindível que o profissional mantenha-se sempre qualificado.

Fontes:
http://formacao.atwebpages.com/1_3_formacao_profissional_mercado_emprego.htm

http://webinsider.uol.com.br/index.php/2006/02/02/mercado-de-trabalho-aquecido/

http://superdownloads.uol.com.br/materias/profissional-tecnologia-mercado-trabalho/172,1.html

http://www.webartigos.com/articles/1904/1/a-exigencia-do-mercado-de-trabalho-para-profissionais-de-tecnologia-da-informacao/pagina1.html

domingo, 28 de junho de 2009

Tecnologia x desemprego

Desde meados do século 18, temos acompanhado um processo chamado Revolução Industrial, processo esse que gerou mudanças tecnológicas com profundo impacto no processo produtivo econômico e social. Nesse período o que temos visto é a mão de obra humana sendo substituída por uma máquina.
Na primeira fase da Revolução Industrial, os trabalhadores perderam o controle do processo produtivo, uma vez que passaram a trabalhar para um patrão (na qualidade de empregados ou operários), perdendo a posse da matéria-prima, do produto final e do lucro. Esses trabalhadores passaram a controlar máquinas que pertenciam aos donos dos meios de produção os quais passaram a receber todos os lucros. O trabalho realizado com as máquinas ficou conhecido por maquino fatura. Na segunda fase da Revolução Industrial, houve a consolidação da indústria, modelos de linha de produção, e uma série de desenvolvimentos dentro da indústria química, elétrica, de petróleo e de aço. Assim como a primeira fase, essa fase foi marcada por desemprego no campo e migração de trabalhadores rurais empobrecidos para as cidades, em busca de emprego na indústria.
Atualmente acompanhamos a terceira fase da Revolução Industrial, ou Revolução Tecno-científica. Essa nova fase produtiva não se limita a produtos de pouco valor agregado, como nas revoluções industriais anteriores, pelo contrário, o conhecimento inserido, no qual foram gastos anos de estudos e pesquisas, agregam elevados valores no produto final, mesmo que tenha sido gastos pouca quantidade de matéria-prima. Nesse sentido, as atividades que mais se destacam no mercado estão vinculadas à produção de computadores, softwares, microeletrônica, chips, transistores, circuitos eletrônicos, além da robótica com grande aceitação nas indústrias, telecomunicações, informática em geral. Destacam-se ainda a expansão de transmissores de rádio e televisão, telefonia fixa, móvel e internet, indústria aeroespacial, biotecnologia e muitas outras inovações.
O que se tem percebido, é que em todas as fases da Revolução Industrial o homem vem perdendo seu lugar para a máquina. Com as evoluções tecnológicas, tem se exigido cada vez mais dos trabalhadores em termos de qualificação, permacendo em seus empregos aqueles capazes de “domar” esses avanços. Quanto ao desemprego tecnológico, ele existe, mas não está claro que já o responsável como um todo. A tecnologia cria deslocamento de empregos. Os economistas nos dizem que a questão do emprego está ligada ao crescimento da economia. A tecnologia, nesse raciocínio, acabaria com determinados postos de trabalho, mas criaria outros. Ela necessariamente não aumenta a taxa do desemprego. O que aumenta a taxa do desemprego é a incapacidade que a economia tem em sustentar a atividade produtiva. Com esse deslocamento de empregos, o que se percebe é uma necessidade por uma mão-de-obra mais qualificada.

No Brasil, é grande a preocupação dos trabalhadores, dos sindicatos, das autoridades e dos estudiosos de problemas sociais, a despeito de não possuirmos dados precisos sobre o desemprego, isto porque, enquanto o IBGE fala em taxa de 12%, a Fundação Seade/Dieese fala em 18% na região metropolitana da Grande São Paulo. A verdade é que temos, hoje, em qualquer família alguém desempregado. Essa é uma realidade que está muito próxima de cada um de nós. O desemprego causa vários problemas: para o desempregado, para a família e para o Estado. Para o cidadão desempregado e sua família, o desemprego provoca insegurança, a indignidade, aquela sensação de inutilidade para o mundo social.

A tecnologia, que vem desde a revolução industrial na Inglaterra em 1750, traz problemas, e certamente é uma das principais causas do desemprego mundial. Uma máquina substitui o trabalho de 10, 20, 40 ou mais pessoas. Já foi dito que a revolução industrial provocou insatisfação dos trabalhadores, mas pouco desemprego, porquanto, na época, as vagas fechadas numa empresa eram supridas pela abertura de outras empresas. Além disso, houve a redução da jornada de trabalho para 8 horas e a semana de 5 dias. Todavia, hoje, com a globalização, a informatização, as novas tecnologias, nós temos efetivamente um problema de desemprego estrutural. Vejam o exemplo do banco já citado, onde diminuem em menos da metade os postos de trabalho. Tudo é informatizado, as pessoas não precisam do caixa humano, elas vão direto ao caixa eletrônico. Esses funcionários perdem o emprego e não têm outra oportunidade, porque todos os ramos de atividade estão se modernizando, não só os bancos, mas as indústrias estão sendo robotizadas. Estão desaparecendo muitas profissões e atividades profissionais, porque têm o robô fazendo o trabalho de muitas pessoas. Isso realmente gera desemprego e tanto o governo quanto a sociedade têm que contribuir para encontrar uma solução.

Talvez a solução momentânea seja a requalificação profissional. Os profissionais que perdem seus postos de trabalho devem passar por treinamentos e reciclagens. Só assim poderão encontrar outra atividade e assumir uma nova vaga no concorrido mercado de trabalho moderno. O desempregado não pode ficar esperando nova oportunidade para ocupar a mesma vaga que ocupava antes da demissão, mesmo porque aquela vaga, ou melhor, aquela função pode deixar de existir. Aquele que deseja voltar ao mercado de trabalho deve se reciclar, buscando uma colocação em outra área ou ramo de atividade; para isso, ele deve estar preparado.


http://www.library.com.br

http://www.midiaindependente.org

http://www.duplipensar.net

http://pt.shvoong.com

pt.wikipedia.org/

http://www.mundoeducacao.com.br

http://www.cgimoveis.com.br

http://www.alunodeinformatica.net

http://www.portalfarmacia.com.br



domingo, 21 de junho de 2009

Inclusão Digital

Nos últimos anos, o termo “Inclusão Digital” vem se tornando muito utilizado principalmente por parte do Governo. Mas afinal, o que significa esse termo? Inclusão Digital é a democratização do acesso as tecnologias da Informação, de forma a permitir a inserção de todos na sociedade. Significa também simplificar a rotina diária, maximizar o tempo e as suas potencialidades. Um indivíduo incluído digitalmente não é aquele que sabe usar algum “Instant Messenger” ou apenas mandar um E-mail. Mas é aquele que usufrui desse suporte para melhorar as suas condições de vida. Podemos dizer que para que haja a inclusão digital, é preciso ter três componentes básicos: um computador, acesso a rede e domínio das ferramentas utilizadas. Não basta apenas o cidadão ter um computador que ele estará incluído digitalmente. É preciso também saber dominar as ferramentas e o mais importante, que o computador esteja conectado a internet. O erro de interpretação é comum porque muita gente acha que colocar uma pessoa na frente do computadores e ensiná-la a mexer no Windows e pacotes de escritórios estarão incluídos digitalmente. Outro erro bastante viso é dizer que vender computadores a um preço mais baixo estará incluindo digitalmente. A culpa de muitos desses casos sãos os próprios organizadores que não tem noção dos objetivos e propósitos na hora de ensinar as pessoas a usarem o computador. O que não adianta é apenas oferecer o acesso a internet ou editor de texto a população. Devem transformar as perspectivas de vida das pessoas e buscar soluções práticas que melhorem a vida dos novos usuários.

Inclusão Digital no Brasil.

Dentro dessa perspectiva o Brasil vem buscando desenvolver ações diversas, visando a inclusão digital como parte da visão de sociedade inclusiva. Desde que entrou em prática no final de novembro de 2005, o projeto de inclusão digital do Governo Federal, Computador para Todos – Projeto Cidadão Conectado registrou mais de 19 mil máquinas financiadas até meado de Janeiro. Atualmente, podemos citar como exemplos de projetos de inclusão: CVT - Centros Vocacionais Tecnológicos, Projeto Computadores para Inclusão, ProInfo - Programa Nacional de Informática na Educação, Programa Banda Larga nas Escolas e Pontos de Cultura - Cultura Digital. O problema é que virou moda falar do assunto, ainda mais no Brasil, com tantas dificuldades para facilitar o acesso aos computadores. O Brasil possui um problema muito crônico onde os chamados “Telecentros” são administrados por pessoas incapazes e onde os instrutores chegam ser pessoas da própria comunidade onde essas não tiveram um acompanhamento para auxiliar os novos usuários. Nos países em desenvolvimento, como é o caso do nosso, os projetos de Inclusão Digital só serão bem sucedidos no momento em que forem integrados a ações que contemplem este tripé: Educação de qualidade, Renda e Acesso aos conhecimentos em TICs. Para tanto, é fundamental o empenho do Estado na execução de políticas públicas com este objetivo. Só assim pode haver uma real melhoria da qualidade de vida e uma construção de uma sociedade mais justa.


Fontes:
www.comunicacao.pro.br
www.inclusaodigital.gov.br
pt.wikipedia.org
webinsider.uol.com.br

domingo, 14 de junho de 2009

Evolução tecnológica (Brasil)

Em nossa história, sempre temos acompanhado um relativo atraso do Brasil em relação aos países do G6 em termos de avanços tecnológicos. Muitas vezes, decisões políticas têm sido uma das causas desse atraso. Da década de 80, o Brasil seguiu uma política protecionista na área da Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC). Esse protecionismo incentivou o crescimento de companhias brasileiras, embora não conseguissem suprir a demanda do mercado nacional em comparação com as concorrentes internacionais. Foi um período de um relativo atraso, até as barreiras comerciais serem removidas. Hoje, embora o Brasil tenha avançado muito em termos de uso e preparo de TIC nos setores público e privado, mostrando que a TIC é uma prioridade da agenda nacional, o mercado ainda sofre com a regulamentação excessiva, a baixa qualidade do sistema educacional e poucos investimentos em P&D, fatores que representam grandes barreiras na tentativa de gerar níveis mais desenvolvidos de preparo tecnológico.
Atualmente o Brasil é um dos países que compõem o BRIC, acrônimo criado em novembro de 2001 pelo economista Jim O´Neill, para designar os 4 (quatro) principais países emergentes do mundo, a saber: Brasil, Rússia, Índia e China. O BRIC não se trata de um bloco econômico, político ou militar, semelhantemente ao que ocorre com Mercosul, União Européia e OTAN, respectivamente. Podemos classificar o mesmo como uma associação comercial de cooperação mútua, elaborada desde 2002 para alavancar o crescimento das economias emergentes. Embora o Brasil não seja o país que apresenta os maiores índices de crescimento da economia dentro do BRIC, há uma série de fatores que constituem um cenário extremamente positivo para investimentos. O Brasil se encontra em equilíbrio quanto a questões políticas, sociais, desenvolvimento humano e mercado de capitais em relação aos outros membros do BRIC.
No cenário de TIC, a industria brasileira já apresenta a peculiaridade de crescer de forma mais rápida que os demais segmentos. No Brasil, este crescimento é ainda mais rápido, revelando a importância relativa da indústria para a economia como um todo. O Brasil também possui o maior nível de maturidade em relação aos seus investimentos em TIC que a China, Índia e Rússia. O índice local de compras em software e serviços é de 56% do total de investimentos. Já nos outros países este percentual não ultrapassa 40%, ou seja, a maioria de seus gastos ainda se concentra na infra-estrutura de hardware. Outro ponto forte do mercado brasileiro é diversificação estimada dos investimentos. Hoje, as grandes empresas são responsáveis pela maioria do total investido em tecnologia no Brasil. A previsão da IDC aponta, entretanto, que nos próximos cinco anos essa concentração de investimentos será atenuada, em função de um aumento da participação das pequenas e médias no total de investimentos em TIC. O Brasil também é o campeão no crescimento do consumo doméstico em tecnologia e há dois anos experimenta uma explosão nas vendas de computadores e impressoras, com o varejo sendo o mais importante canal facilitador para a inclusão digital da população. Desde a década de 90, o governo brasileiro já apresenta importantes iniciativas relacionadas ao estímulo ao mercado de TIC, mostrando seu comprometimento com o desenvolvimento da indústria e com a inclusão digital da população. Por fim, outro inegável destaque é o mercado financeiro brasileiro, referência mundial na sofisticação e automação de seus processos de TIC, como demonstram as iniciativas de Internet Banking, de implantação de ATMs e do SPB (Sistema de Pagamento Brasileiro), dentre outras ações de destaque global.

Fontes:
www.suapesquisa.com
www.administradores.com.br
www.via6.com
www.e-thesis.inf.br
www.brasilescola.com
pt.wikipedia.org
www.schwartzman.org.br
www.inovacaotecnologica.com.br
www.notebooks-site.com

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Avanço da Computação e os impactos na sociedade

Os avanços da computação têm beneficiado a sociedade como um todo. De início o acesso aos computadores era muito restrito. Os computadores de grande porte (mainframes) eram utilizados para realização de cálculos, já que sua capacidade de realização de operações é superior a do homem e para fins militares.
Com o aparecimento dos computadores pessoais no início da década de 80, qualquer um agora poderia ter acesso a um computador, o que gerou uma inclusão digital em escala global, voltando os olhos do mercado de informática para esse novo segmento.
Até meados da década de 80, as interfaces dos Sistemas Operacionais eram por comando de texto, até o lançamento do Sistema Operacional LISA OS, desenvolvido antes do Mac OS pela Apple em 1984, introduzindo o conceito de desktop, utilizando ícones e pastas para representar programas e arquivos do modo como conhecemos hoje. Ele ainda trazia uma outra inovação: a utilização do dispositivo "mouse", sendo o primeiro OS a fazer uso desse dispositivo.
A internet antes usada, em centros de pesquisa e por militares, após o advento do computador domestico, difundiu-se mundialmente,consolidando-se com o surgimento dos Browsers. Com o surgimento da banda larga pela utilização da fibra ótica, ficou possível a realização de outros serviços na internet, como: transmissões de vídeo em tempo real, transmissões de grandes quantidades de dados em tempo hábil. Em meados da década de 90 surgiu o padrão USB (Universal Serial Bus), feito sobre um barramento que adota um tipo de conector que deve ser comum a todos os aparelhos que o usarem, assim tornando fácil a instalação de periféricos que adotassem essa tecnologia e diminuiu o esforço de concepção de periféricos. Velocidade de transmissão, versatilidade, facilidade de uso e de instalação e confiabilidade foram fatores que tornaram o padrão USB tão popular. A Programação Orientada a Objeto que surgiu da década de 80 veio para substituir a Programação Estruturada, trazendo conceitos importantes como tipos de dados abstratos, herança, vinculação dinâmica entre outros. A orientação a objeto tem suas raízes na SIMULA 67, mas Smalltalk ainda é considerada a primeira linguagem Orientada a Objeto. Na década de 90 surgiu a linguagem Java. Atualmente é uma das linguagens orientadas a objeto, mas difundidas, tendo seu brilho maior por oferecer suporte para programação voltada para dispositivos móveis.

Fontes:
pt.wikipedia.org
www.gamevicio.com.br
www.clubedohardware.com.br
http://www.ime.usp.br/

Avanço da Computação e os impactos na sociedade

A computação é um ramo que está presente em quase todos as áreas da sociedade. Desde uma maquina que mantem uma pessoa com vida em uma UTI até um programa que desenha a planta de um apartamento. Tal utilização sofreu inúmeras mudanças nos ultimos anos onde a computação tenta acompanhar as necessidades da sociedade. Tudo começou com o ENIAC (Electrical Numerical Integrator and Calculator) na década de 40, usado para auxiliar o exercito americano nos cálculos de balisticas, onde a capacidade de operações era de 5.000 por segundo,ocupava um andar inteiro de um prédio pesando toneladas. Uma calculadora de hoje é muito mais veloz. Nos anos seguintes, os computadores obtiveram a capacidade de processamento em milisegundos e já se utilizavam a linguagem de baixo nível. Na década de 70, os computadores já se aproximavam do que é hoje, onde utilizam operações a nivel de nanosegundos,linguagem de alto nível e com a evolução dos CI (Circuitos Integrados), os computadores começavam a ficar cada vez menores e mais eficientes. Surgem então na mesma época, o mouse, antigamente chamado de "XY Position Indicator For A Display System", onde tinha apenas 1 botão. A evolução do mouse foi um marco na transformação da computação juntamente com o Touch, que teve o seu lançamento no Iphone, onde ele trouxe uma mudança radical na cultura das pessoas que obtiveram mais uma forma de entretenimento. Ainda na década de 70, surge o primeiro UNIX, sistema operacional utilizado por programadores e cientistas onde se espalhou rapidamente pelo mundo onde tinham como concorrentes o MS-DOS e o OS/2. Em meados dos anos 80, surge um sistema operacional baseados em janelas, entitulado mais tarde de "Windows", sendo um dos maiores responsáveis pela divulgação do computador na sociedade com uma aparencia limpa e de fácil uso. Os SO's (Sistemas Operacionais) eram feitos de uma forma quase que artesanal, sendo detectado muitos problemas durante a sua fase de desenvolvimento. Surge então o conceito de Engenharia de Software, que veio para garantir a correção dos sistemas, aumentar a qualidade e a manutenção dos softwares. Em paralelo, surge então o conceito de Orientação a Objeto, onde a Linguagem SIMULA introduziu os primeiros conceitos e hoje é utilizada, por exemplo, na linguagem JAVA. Linguagem essa que está rodando atrás de várias aplicações bancárias e celulares. Após anos de mudanças, a computação chega no que é hoje, onde o computador virou um ítem de consumo para as pessoas, objeto esse que não pode mais faltar nas casas e onde o mundo todo está conectado a internet trocando informações a todo instante. Internet essa que surgiu em meados dos anos 60, para troca de informaçoes e que hoje é a forma mais rápida de se transmitir dados, que antes utilizavam a linha telefonica e hoje chegamos na era da fibra ótica. A computação não parou e não vai parar. Continuará sempre no caminho ajudando a sociedade a encontrar a melhor solução para os problemas.

Fontes:
Mundo Educacao
guia.mercadolivre.com.br
guia.mercadolivre.com.br
www.agr.feis.unesp.br
pt.wikipedia.org